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Mesmo após a sua morte Michael Jackson ainda continua a ser um dos cantores que mais vende no mundo

Mesmo tendo passado mais de dezasseis (16) anos após a sua morte, Michael Jackson continua a ser um fenómeno único na indústria musical mundial. Conhecido como o “Rei do Pop”, o cantor norte-americano não apenas dominou as tabelas e os palcos em vida, como também manteve e em muitos aspectos ampliou o seu impacto comercial após o falecimento em 2009. A pergunta que muitos fãs e analistas fazem é directa: Michael Jackson é, de facto, o artista que mais vendeu e faturou depois da morte? Os dados indicam que sim, sobretudo quando se considera a receita global gerada ao longo deste tempo.

Logo após a sua morte, o efeito foi imediato. Segundo dados da Nielsen SoundScan e da indústria fonográfica, Michael Jackson vendeu mais de 35 milhões de álbuns e faixas apenas no período dos 12 meses seguintes, tornando-se o artista mais vendido do mundo em 2009 e 2010. Compilações como “Number Ones” e “The Essential Michael Jackson”, assim como álbuns clássicos como “Thriller” e “Bad”, regressaram em força às paradas internacionais.

No entanto, o domínio de Michael Jackson na pós-morte não se resume às vendas físicas ou digitais. De acordo com a revista Forbes, o espólio de Michael Jackson gerou mais de 3 bilhões de dólares desde 2009, um valor sem precedentes entre artistas falecidos. Esse montante inclui royalties musicais, streaming, licenciamento de imagem, musicais de sucesso como MJ: The Musical (Broadway), filmes, produtos oficiais e, sobretudo, o histórico acordo envolvendo o seu catálogo musical — incluindo participações no catálogo da Sony/ATV.

Quando comparado a outros ícones já falecidos, como Elvis Presley, Prince, Whitney Houston ou Tupac Shakur, Michael Jackson mantém uma vantagem clara. Elvis, frequentemente o segundo colocado nos rankings da Forbes, acumula receitas significativamente menores no mesmo período. Isso demonstra não apenas popularidade, mas também uma gestão altamente estratégica e contínua da sua obra.

Outro fator relevante é a transição para o consumo digital. Michael Jackson permanece entre os artistas mais escutados nas plataformas de streaming, com bilhões de reproduções anuais, provando que a sua música continua a conquistar as novas gerações.

Michael Jackson não é apenas um dos artistas mais vendidos de todos os tempos é, de forma consistente, o artista falecido que mais vendeu e mais faturou desde a sua morte. O seu legado transcende o tempo, os formatos e as mudanças da indústria, consolidando-o como um caso único na história da música mundial.

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